Sistema Fecomércio/ES – Sesc e Senac apresenta turismo de mar e montanha na Feira dos Municípios
agosto 29, 2023Oses apresenta concerto no Sesc Glória nos dias 13 e 14 de setembro
agosto 30, 2023Considerada uma das principais iniciativas de incentivo ao cinema independente no Brasil, a Mostra Sesc de Cinema anunciou os filmes selecionados para a sua 6ª edição. Entre eles, está “Peixinha”, do Espírito Santo, de autoria de Lucas Carvalho. No total, 34 produções (10 longas-metragens, um média e 23 curtas) vão compor a mostra nacional, sendo 10 delas referentes ao Panorama Infanto-Juvenil. Os filmes serão licenciados pelo período de um ano e estarão disponíveis ao público a partir de novembro, quando será realizada a cerimônia de lançamento da VI MSDC, no Rio de Janeiro.
Nesta edição, foram registradas 1.575 inscrições e selecionados 343 filmes nas etapas estaduais, regional e nacional, sendo 206 de cineastas homens e 137 cineastas mulheres. Desses, 65 serão licenciados pelo período de um ano. O circuito intitulado Panorama Nacional traz a produção de cada um dos 23 estados participantes e do Distrito Federal, além de dez filmes em uma mostra especial voltada à infância e à juventude. As obras foram avaliadas por comissões estaduais formadas por profissionais do Sesc e especialistas convidados.
Acesso à cultura
“O trabalho do Sesc na área de cultura tem entre seus objetivos incentivar a produção artística brasileira e novos talentos. O volume de obras inscritas na Mostra Sesc de Cinema comprova o quanto nosso audiovisual é rico. Tornar democrático o acesso à cultura é papel fundamental do Sesc. Queremos também valorizar os profissionais deste importante setor da economia criativa”, disse a Diretora de Programas Sociais do Departamento Nacional do Sesc, Janaína Cunha.
Entre os filmes que compõem a mostra nacional estão “Infantaria”, dirigido por Laís Santos Araújo, vencedor do Prêmio Especial de Melhor Curta-Metragem da Mostra Geração 14Plus, do Festival de Berlim e do Grande Prêmio do 32ª Festival Internacional de Curtas do Rio; “Máquina do desejo”, dos diretores Joaquim Castro e Lucas Weglinski, sobre o Teatro Oficina e a trajetória de Zé Celso; Itinerário de cicatrizes, com direção de Gloria Albues, um retrato da grande queimada ocorrida no Pantanal; “Primo da Cruz”, documentário dirigido por Alexis Zelensky sobre um ex-presidiário que se tornou um talentoso pintor após 10 anos de reclusão, e o documentário “Cordelina”, do diretor Jaime Guimarães, um roadmovie que acompanha o percurso de uma boneca gigante pelo sertão da Paraíba e Pernambuco, que recebeu o prêmio de melhor filme no Festival Aruanda 2022.
Conheça os 34 filmes selecionados para a VI Mostra Sesc de Cinema!
[vc_row][vc_column][vc_tta_tour][vc_tta_section title=”PANORAMA BRASIL” tab_id=”1693330552483-18067dd7-1dfd”][vc_column_text]Cabeça de vento (Acre), de Ney Ricardo Silva
Infantaria (Alagoas), de Laís Santos Araújo
Do alto rio (Amapá), de Nani Freire
Alan (Bahia), de Diego Lisboa e Daniel Lisboa
Foi um tempo de poesia (Ceará), de Petrus Cariry
Da porta para fora (Distrito Federal), de Thiago Foresti
Peixinha (Espírito Santo), de Lucas Carvalho
Retrato das estrelas quando sonham (Goiás), de Rafael de Almeida
Sangue’s (Maranhão), de Rose Panet
Itinerário de cicatrizes (Mato Grosso), de Gloria Albues
Filme de Luta – histórias de ocupações urbanas em Belo Horizonte (Minas Gerais), de Comissão de Comunicação e Cultura do MLB-MG
Dona Raimundinha do Rio Tajapuru (Pará), de Chico Carneiro
Cordelina (Paraíba), de Jaime Guimarães
Solange (Paraná), de Nathália Tereza e Tomás Osten
Pedro e Inácio (Pernambuco), de Caio Dornelas
Comigo num se pode (Piauí), de Tássia Araújo
Primo da cruz (Rio de Janeiro), de Alexis Zelensky
Colchão d’agua (Rio Grande do Norte), de Livia Motta
Possa poder (Rio Grande do Sul), de Victor Di Marco e Márcio Picoli
O divino Guaporé (Rondônia), de Ederson Lauri Leandro
Valeu, Boa Vista (Roraima), de Adriana Duarte Bencomo
No reflexo do meu nome (Santa Catarina), de Vini Poffo e Sillas H
Máquina do desejo (São Paulo), de Joaquim Castro e Lucas Weglinski
Tudo é rio (Tocantins), de Helen Lopes
Cabeça de vento (Acre), de Ney Ricardo Silva
Infantaria (Alagoas), de Laís Santos Araújo
Do alto rio (Amapá), de Nani Freire
Alan (Bahia), de Diego Lisboa e Daniel Lisboa
Foi um tempo de poesia (Ceará), de Petrus Cariry
Da porta para fora (Distrito Federal), de Thiago Foresti
Peixinha (Espírito Santo), de Lucas Carvalho
Retrato das estrelas quando sonham (Goiás), de Rafael de Almeida
Sangue’s (Maranhão), de Rose Panet
Itinerário de cicatrizes (Mato Grosso), de Gloria Albues
Filme de Luta – histórias de ocupações urbanas em Belo Horizonte (Minas Gerais), de Comissão de Comunicação e Cultura do MLB-MG
Dona Raimundinha do Rio Tajapuru (Pará), de Chico Carneiro
Cordelina (Paraíba), de Jaime Guimarães
Solange (Paraná), de Nathália Tereza e Tomás Osten
Pedro e Inácio (Pernambuco), de Caio Dornelas
Comigo num se pode (Piauí), de Tássia Araújo
Primo da cruz (Rio de Janeiro), de Alexis Zelensky
Colchão d’agua (Rio Grande do Norte), de Livia Motta
Possa poder (Rio Grande do Sul), de Victor Di Marco e Márcio Picoli
O divino Guaporé (Rondônia), de Ederson Lauri Leandro
Valeu, Boa Vista (Roraima), de Adriana Duarte Bencomo
No reflexo do meu nome (Santa Catarina), de Vini Poffo e Sillas H
Máquina do desejo (São Paulo), de Joaquim Castro e Lucas Weglinski
Tudo é rio (Tocantins), de Helen Lopes
[/vc_column_text][/vc_tta_section][vc_tta_section title=”PANORAMA INFANTO-JUVENIL” tab_id=”1693330552491-e5925d1e-b9d1″][vc_column_text]Geração Alpha (Goiás), de Débora Resendes e Iuri Moreno
Bruce Spike e a batalha da berinjela (Mato Grosso), de Caru Roelis
A carona fantasma (Minas Gerais), de Ramon Faria
Estações de florescimento (Minas Gerais), de Breno da Silveira Souza
Todos os inscritos de Ness (Paraná), de Bruna Steudel
As aventuras de Tita (Pernambuco), de Eduardo Padrão
Ciranda feiticeira (Pernambuco), de Lula Gonzaga e Tiago Delácio
A menina e o mar (Rio de Janeiro), de Gabriel Mellin
O dia em que os móveis do quarto sumiram (Rio Grande do Sul), de
Cecília Bernal e Eduarda Grillo
Amei te ver (São Paulo), de Ricardo Garcia
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